Eu quero que você entenda que eu mudei, e dessa vez um pouco mais, você pode pedir uma, duas, me traz uma dose que agora tanto faz. Podemos seguir sem que isso seja um peso?
E você sabe que não é pedir demais, que eu tentei e até fiz por merecer conviver um pouco em paz, conversar um pouco mais...
E se eu pudesse te tocar de verdade, te mostrar a cidade da forma que eu vejo e te dizer o que penso o pouco que fosse, eu sei, seria intenso, ia fazer diferença? Ia valer à pena? Me diz então você como seria, o que você faria, como eu te faço entender que não precisa ser complicado assim...
(Rafinha)
domingo, 21 de dezembro de 2008
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
Fim...
Eu conto até dez, pra não seguir sem ter certeza...
E quando é que vamos mudar de rumo e entender quantas vezes nos perdemos sem algo recompensador para dizermos que é agradável brincar de gato e rato?
Chega disso, que não vai nos levar a nada...
Já faz parte de mim encarar tudo de uma nova forma, menos arrependimento e mais de uma vida calma...
Hoje já posso ver que tentamos e nada mais pode ser feito, deixa esse conto de lado e vamos escrever um novo livro com palavras bonitas e estórias tão intensas quanto as do passado...
E não me procure mais, pois não tenho mais nada a acrescentar nos discursos manjados que já fiz...
Que agora estou a fim de desligar essa TV e partir para coisas mais reais, sem me preocupar com absolutamente nada que venha daí de trás...
Engraçado como tropeço sempre na hora certa...
Bom é levantar e ver que as pernas estão fortes e a caminhada mais focada em algo melhor...
E quem sabe desta vez dê certo?
Obrigado e desculpe...
(Vini)
E quando é que vamos mudar de rumo e entender quantas vezes nos perdemos sem algo recompensador para dizermos que é agradável brincar de gato e rato?
Chega disso, que não vai nos levar a nada...
Já faz parte de mim encarar tudo de uma nova forma, menos arrependimento e mais de uma vida calma...
Hoje já posso ver que tentamos e nada mais pode ser feito, deixa esse conto de lado e vamos escrever um novo livro com palavras bonitas e estórias tão intensas quanto as do passado...
E não me procure mais, pois não tenho mais nada a acrescentar nos discursos manjados que já fiz...
Que agora estou a fim de desligar essa TV e partir para coisas mais reais, sem me preocupar com absolutamente nada que venha daí de trás...
Engraçado como tropeço sempre na hora certa...
Bom é levantar e ver que as pernas estão fortes e a caminhada mais focada em algo melhor...
E quem sabe desta vez dê certo?
Obrigado e desculpe...
(Vini)
domingo, 7 de dezembro de 2008
...
Eu ainda penso, e talvez ai esteja o problema, quando agente pensa demais acaba perdendo um pouco de ousadia. Importante? Talvez, eu já tentei racionalizar menos e arriscar mais.
Existem sim alguns campos absolutamente intocáveis, de forma bruta e cruel, que se remexidos te trazem de volta a realidade, é fácil sair por ai e ser o mais atraente, o mais esperto, o mais engraçado e, porque não, até mesmo o mais bonito, afinal, na hora do intervalo é que agente vê quem é quem.
E é na hora que a novela recomeça que eu deixo de ser tão interessante e me perco em mim mesmo.
-Para de pensar.
-É eu sei...
Existem sim alguns campos absolutamente intocáveis, de forma bruta e cruel, que se remexidos te trazem de volta a realidade, é fácil sair por ai e ser o mais atraente, o mais esperto, o mais engraçado e, porque não, até mesmo o mais bonito, afinal, na hora do intervalo é que agente vê quem é quem.
E é na hora que a novela recomeça que eu deixo de ser tão interessante e me perco em mim mesmo.
-Para de pensar.
-É eu sei...
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Agudo...
Meu amigo me empresta um guarda chuva,
Pois a tempestade está armada,
Pode chover o mês inteiro, com direito a granizo e trovoada...
Mas desta vez não saio encharcado,
Não me cai nem um pingo d´agua...
Com dois pés no chão eu posso ver outra vida...
Viver para mim e por mais ninguém pode ser uma boa saída...
Minha querida, te quero tão bem,
Mas no momento não posso ser de ninguém...
Não faz meu estilo ser frio ou calculista,
Mas nesses tempos perigosos, olho muito bem por onde piso,
Tomo cuidado, as vezes deslizo,
Mas não arrisco novamente,
Esse passado tão presente,
Já não deixo penetrar essa armadura que construi arduamente...
(Vini)
Pois a tempestade está armada,
Pode chover o mês inteiro, com direito a granizo e trovoada...
Mas desta vez não saio encharcado,
Não me cai nem um pingo d´agua...
Com dois pés no chão eu posso ver outra vida...
Viver para mim e por mais ninguém pode ser uma boa saída...
Minha querida, te quero tão bem,
Mas no momento não posso ser de ninguém...
Não faz meu estilo ser frio ou calculista,
Mas nesses tempos perigosos, olho muito bem por onde piso,
Tomo cuidado, as vezes deslizo,
Mas não arrisco novamente,
Esse passado tão presente,
Já não deixo penetrar essa armadura que construi arduamente...
(Vini)
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Lembrança
Se essa vontade nao fosse apenas uma lembrança os limites nao estariam estourados e a minha paciencia seria maior que uma dança, sem ritmo, desafinada... Alguma vez, em algum lugar vai existir alguma verdade que seja dita e palpavel? De forma inconsciente eu me jogo no mundo e nao consigo carregar comigo tudo o que eu queria trazer, os amores que perdi, as pragas que cuspi, nem as liçoes que eu aprendi, eu continuo vendo voce ficando enrolada em minha lingua... Hoje eu queria conversar e nao escrever, eu queria ter respostas, mas respostas sinceras, e nao as mesmas perguntas de sempre, eu queria fazer alguma coisa diferente, ter o poder de mudar o mundo a minha volta, de endireitar essa minha cabeça torta, de te ver batendo em minha porta, me pegar pela mao e me levar pra longe daqui, pra longe de mim...
(Rafinha)
(Rafinha)
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Amanhã...
É bom estar atento...
Durante o julgamento quem vacila se torna detento...
Preso ao passado, refém do tormento...
Parece desespero eu diria até exagero, porém, arrisco dizer...
O novo e o velho se esbarram e eu vou te mostrar com quantas dúvidas se faz uma interrogação do tamanho de 21 anos...
Nesse filme não quero ser vilão...Não quero e evito a decisão...
(Vini)
Durante o julgamento quem vacila se torna detento...
Preso ao passado, refém do tormento...
Parece desespero eu diria até exagero, porém, arrisco dizer...
O novo e o velho se esbarram e eu vou te mostrar com quantas dúvidas se faz uma interrogação do tamanho de 21 anos...
Nesse filme não quero ser vilão...Não quero e evito a decisão...
(Vini)
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