Mais uma vez essa busca por nada, até quando o nada?
Chegou outro dia, deitou no sofá dominou minha sala, minha casa sua casa?
Abre a janela, deixa entrar à cinza, repousa, do lado de fora minha alma vazia, sadia, não olho pra baixo, depois do terceiro só me resta agonia.
Vejo no chão não há nada do céu, eu vejo no véu não há nada de são (loucos ou não?), um copo de café e a manteiga no pão, levanta, a hora passou mas nosso tempo ainda não, mude o nome no RG e fica fácil de ver que daqui pra lá pode ser um bom começo, pra criar nesse nada algo tão bom quanto tudo que desconheço, sem cálculo capaz de dizer qual o preço.
(Rafinha)
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Manifesto Interior
Queridos companheiros dessa pátria
Deixo essa luta para seguir com minha batalha
Sei que grandes homens ficaram para trás
Mas cada vez mais essa busca me completa
Sei que pensaram que seu capitão é covarde
Um tolo
Mas a razão está ofuscando a verdade que habita meu ser
A guerra que teria sido minha glória perdeu seu real valor
Tudo que me importa agora é voltar para minha origem
A velha casa
Poder sentar novamente em minha varanda
Acender meu cigarro
Olhar a chuva regando as plantas
Sentir o vento batendo no meu rosto
E observar que apesar de tudo
Apenas sinto falta do meu jardim
(Lelê)
Deixo essa luta para seguir com minha batalha
Sei que grandes homens ficaram para trás
Mas cada vez mais essa busca me completa
Sei que pensaram que seu capitão é covarde
Um tolo
Mas a razão está ofuscando a verdade que habita meu ser
A guerra que teria sido minha glória perdeu seu real valor
Tudo que me importa agora é voltar para minha origem
A velha casa
Poder sentar novamente em minha varanda
Acender meu cigarro
Olhar a chuva regando as plantas
Sentir o vento batendo no meu rosto
E observar que apesar de tudo
Apenas sinto falta do meu jardim
(Lelê)
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Tenho medo do que vejo
Às vezes acho que não sou normal.
Sento no meu quarto e vejo o jornal.
As vezes penso que perdi
Todo o meu tempo aqui.
Talvez o tempo parou pra mim.
Por que eu acho que tudo é tão ruim.
Perdi a noção do abstrato.
Me sinto como um rato encurralado.
Queria poder para de pensar.
No que perdi que não pude alcançar.
Não sei o que fazer com essa dor.
será que sou um fracassado ou um traidor.
E se eu perdesse a visão?
Será que tornaria invisível a solidão.
(Lelê)
Sento no meu quarto e vejo o jornal.
As vezes penso que perdi
Todo o meu tempo aqui.
Talvez o tempo parou pra mim.
Por que eu acho que tudo é tão ruim.
Perdi a noção do abstrato.
Me sinto como um rato encurralado.
Queria poder para de pensar.
No que perdi que não pude alcançar.
Não sei o que fazer com essa dor.
será que sou um fracassado ou um traidor.
E se eu perdesse a visão?
Será que tornaria invisível a solidão.
(Lelê)
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