segunda-feira, 22 de junho de 2009

Subconsciente...

Quem muito quer nada têm, e quem tem, muito quer...

Então como ficar satisfeito com o atual sendo que o real é tão banal?

Se a grama do vizinho é sempre mais verde, não me diga que nunca teve uma atitude delinqüente, agiu com adrenalina, apelou, vai saber, se deu mal e seguiu em frente...Ou quem sabe deu certo, é um risco, ossos do ofício daquele que leva a vida mais serena, não sente pena de errar, o importante é tentar, buscar, cair de cara, enfim, aventurar-se é preciso...

Escorregar pelos vãos dos pensamentos, das regras impostas e rir a toa com a comédia fraca e barata que a rotina lhe proporciona, não se abater com a falsa sensação de satisfação e correr sempre atrás do que te mantém respirando...Um, dois, quem sabe três sonhos...


(Vini)

sábado, 13 de junho de 2009

Cultivando

Não deu tempo nem de pensar, de tentar te explicar, me convencer, quando eu vi estava uma vez mais tendo que olhar tudo virado pra trás. E quando será que o quanto ira se mostrar? Eu não sei o que, mas sei que não é quem que me faz acreditar, eu nunca sei o que fazer, eu nunca sei como dizer então eu vou, e deixo mais do que migalhas no caminho. Eu penso em dias melhores, frases maiores e entre mais alguns goles sorrisos, e nada a dizer.


(Rafinha)

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Tudo bem...

Quem sabe, eu possa dizer que é da minha natureza ser um pouco mais agressivo, ou talvez mais calmo, seja como for, por via das dúvidas irei julgar do jeito que achar melhor...
Talvez um novo dia me traga um pouco mais de entusiasmo, mais do sarcasmo, não sei bem ao certo...
Vais saber, as idéias correm como praga, minhas vontades se desfazem com o tempo, e as teses desaparecem, tudo novo de novo...
Ai entra aquela história do que quero pra hoje, o que não quero pra amanhã, e mais uma vez tudo muda...
Eu não cobro o que não posso, não vislumbro o que é fácil e muito menos poderia esperar do outro algo que não faço, mas, gosto de ser bajulado...Não nego...

(Vini)

terça-feira, 2 de junho de 2009

Espectador

Eu as vezes gosto de ser espectador dos meus dias pra ver se minhas escolhas me levam aonde inicialmente eu queria, como se o poder de desejar fosse capaz de convencer. Abraçar o mundo com dois braços ninguém é capaz, pernas curtas e passos grandes demais e eu não vejo sentido em fazer tanto esforço para fins que invariavelmente produzem o mesmo gosto, pelos dias e frases, novos meses e mesmo pares, como se eu pudesse desfazer o nó em minha garganta e provar que vale e que de algo adianta se dedicar e não olhar pro lado com os olhos de quem vive acomodado, e eu, hoje, não consigo dizer que estou vendo resultado...

(Rafinha)