Eu as vezes gosto de ser espectador dos meus dias pra ver se minhas escolhas me levam aonde inicialmente eu queria, como se o poder de desejar fosse capaz de convencer. Abraçar o mundo com dois braços ninguém é capaz, pernas curtas e passos grandes demais e eu não vejo sentido em fazer tanto esforço para fins que invariavelmente produzem o mesmo gosto, pelos dias e frases, novos meses e mesmo pares, como se eu pudesse desfazer o nó em minha garganta e provar que vale e que de algo adianta se dedicar e não olhar pro lado com os olhos de quem vive acomodado, e eu, hoje, não consigo dizer que estou vendo resultado...
(Rafinha)
terça-feira, 2 de junho de 2009
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