segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Paciencia

Acabou a paciencia, nesse ritmo nao há beleza, falta de clareza nao me interessa... Nao importa como voce é ou quem é voce, à mesa somos todos iguais, todos somos mortais e devemos aprender que nao é demerito saber olhar pra tras e caminhar pelo vao do tempo, existe medida que defina a força de um sentimento? Se eu pudesse ter feito diferente o meu passado refletiria em um novo presente? Eu praticaria e faria de novo, até mesmo bruxaria pra cultivar o desapego e ter pra sempre esse sossego que me carrega, me leva, e eu sei que um dia eu chego...

(Rafinha)

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