Como é que pode ser tudo tão inconstante, minha língua faz mais estragos que as passadas de um elefante e eu garanto a vocês, nunca é a minha intenção, nem fruto de pura imaginação apesar de estar voando em espirais por toda minha mente. E nada desce quando tudo passa e eu não consigo alcançar, quando tudo grita e eu finjo nunca escutar, como aquela rua que você sabe que existe mas nunca viu ninguém chegar por ela, um caminho sem volta, e, quem quiser, antes de entrar, favor bater na porta.
(Rafinha)
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
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