Eu não quero saber ate onde posso chegar, limites são muros pra quem não sabe o que quer, pra ter o que culpar, não preciso que me mostrem o caminho. Prefiro meus dias cheios de vida, meu copo sempre com alguma bebida e meus sonhos sempre onde eu os tenha em vista.
E se eu disser “pode ser” alguém vai me acompanhar? Chuva de um lado e sol do outro, é só atravessar a rua e tudo será seu, vai pegar ou largar?
(Rafinha)
domingo, 6 de dezembro de 2009
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