Começou, e que termine a pressão, recupere o tesão, desvie a atenção dos meus passos. Abri com novas intenções, menores intervenções e um senso de proteção cada vez menor, soltar as amarras. Libertar-me-ei de maiores pretensões, sigo tranqüilo, sozinho enquanto possível, soprando minha vontade em baixo tom, sem promessas, sem pular o mar e sem olhar pra trás.
(Rafinha)
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
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