E então, quando menos se espera já esperamos demais e o momento passou... O que vale mais: a dor, o medo, o momento ou a verdade?
Há nessa escolha qualquer sentimento que se confunda com orgulho, luxuria ou vaidade?
Estive pensando em procurar um remédio eficaz pra dor n’alma, algo que alivie e salve sem respingar em momentos de paz, em momentos de felicidade, ou em lembranças douradas que se vão junto ao instante em que perdemos a coragem, em que faltamos com nosso maior valor, com o princípio preponderante em nossas escolhas.
Lealdade tem a ver com o espírito e essencialmente com uma questão de vontade...
Mas sozinha não basta, não é a vontade unilateral o fator determinante, há sempre um sussurro sem graça, uma voz que não cala e que, apesar de inaudível, tem força gigante capaz de sobrepor o instante que se perde.
Os tropeços, em cima da estante viram omissão rabiscada, que mais cedo ou mais tarde depositarão a conta de maneira sutil, sem ser elegante e mostrando que apesar de deixados de lado, são onipresentes.
(Rafinha)
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
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