E foi assim que cresci.
Vendo pouco do que sei, sendo muito daquilo que grita em mim.
Não me preocupo com seu tempo, não me interessa saber se pra alguém eu venci meus dias, minha alma ou meus gritos.
Pois é assim que invento meu ritmo, recrio meus signos e os guardo como sinais de admiração... Braços abertos, janelas sem trinco e caminhos sem cacos pelo chão.
(Rafinha)
quinta-feira, 19 de abril de 2012
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