Será que existe algum elo que possa passar sem ser percebido enquanto importância? Ou tudo que importa se sente, se aprende, se integra? Peregrino por estes corredores de escuridão absoluta, não porque seja realmente obscuro, mas acredito que seja por falta de resposta que sirva, de objetividade que cumpra o papel de ser positiva.
Não há a mínima intenção em utilizar-me de metalinguagem, de pseudo-conhecimento, o fato é que não existe tarefa mais penosa do que esta que me propus a desempenhar antes dos olhos estarem fechados, são trilhas e mais trilhas de puro abandono, de pessoas sem sono mas que parecem nunca acordar.
Vale então a pena Winston, deixar de ser humano? Mesmo que seja por alguns segundos?
(Rafinha)
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
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