Tento manter os olhos abertos e não deixar o cansaço bater, nem sempre é fácil, não finjo que gosto desse inimigo sem rosto que visa poupar o esforço na ânsia de não me deixar vencer. Não passa, não chega, não há o que baste para satisfazer esse meu ser, convicto, aflito, ativo, buscando espaço em um tempo restrito e com um poder infinito em salvar o verbo de escapar antes da hora, de sair fora de ritmo. O foco e a disciplina são partes constantes dessa extenuante rotina, quem diria, me vejo no espelho palitando os meus dias, engolindo morfina, transpirando adrenalina...
(Rafinha)
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
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