Não é sempre que eu consigo dizer o que quero, não que eu não tente, os dias passam e as regras permanecem inalteradas mesmo em jogos diferentes. E assim segue cada qual pro seu lado, e a esperança de termos 10 anos de novo reflete, na janela embaçada, no transito parado, dentro do carro. Falta de mobilidade, queda-se inerte nossa vontade de agir, resgate, disque-denuncia, 190, o complexo do alemão, quantas noticias circulam, e a gente se agarra com força pra não ser levado no olho de nosso próprio furacão.
Jamais serei quem você pensou que eu fosse, não tenho respostas, não enfrento as perguntas, prefiro a bagunça a ter que organizar minhas dúvidas, lacunas, fagulhas, misturas, que alguém tenha piedade da minha falta de habilidade em digerir vossas lamúrias.
(Rafinha)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
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